Texto de em 09 de julho de 2009 . Nenhum comentário.

intropostado por Rafaé.

Em época de Internet e gripes animais, quem tem Twitter é hype. Michael Jackson (que o ‘Deus do pop’ o tenha) morreu pra dar um up na carreira decadente; Ivo Mamona inundou Santa Catarina pra homenagear depois; Mallu Magalhães desvirginou um camelo pra tentar transformar Tchubaruba em trilogia; Tio Sam, eternizando Monteiro Lobato como profeta, elegeu um Presidente Negro (pasmem!); e eu, ainda não criei um problema que mereça uma solução.  Sem o Youtube, você dificilmente saberia de tudo isso.

É; o mundo realmente anda cada vez mais virtualizado (palavra nova). Sem Orkut você nem sonharia em ter mil amigos por versão da sua personalidade. Os psicólogos já não têm tantos clientes, pois a solidão não existe mais. Há amigos no Msn, Facebook, Caralhoaquatro, Second Life… Tudo isso ao alcance das mãos – a não ser que seu teclado seja sem fio.

Por isso, minha campanha é pela esterilização da humanidade. Qualquer virose virtual é combatida por algum antivírus medíocre. Esqueçamos as banalidades físicas e passageiras. Vamos viver virtualmente, com backups cotidianos. Em caso de falência múltipla dos hardwares, basta comprar novos no Mercado Livre. A nova era chegou. Tudo o que precisamos é de constante atualização, para não esquentarmos a cabeça com upgrades traumatizantes. Essa fusão do orgânico com o eletrônico ainda vai dar o que falar…